A Unidade dos Grandes Contribuintes passou a acompanhar também entidades com volume de negócio inferior a 100 milhões de euros e entidades supervisionadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

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A administração tributária alargou as entidades as entidades a acompanhar pela Unidade dos Grandes Contribuintes (UGC) aos organismos de investimento colectivo (OIC) que estão sob a supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Na mira da UGC estão agora 1.491 fundos de investimentos e de pensões e 82 sociedades gestoras, revelou ao Jornal Económico fonte oficial do Ministério das Finanças.

O diploma que prevê o alargamento das entidades a acompanhar pela UGC foi assinado a 24 de maio, pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, e tem efeitos retroativos a 1 de janeiro último,  alterando os critérios, definidos há dois anos, em maio de 2016, de seleção dos contribuintes cuja situação tributária deve ser acompanhada por aquela unidade.

Em resultado destas alterações, “a UGC passou a acompanhar 1.491 Fundos de investimento e de pensões e 82 Sociedades Gestoras”, revelou ao Jornal Económico fonte oficial das Finanças.

in Jornal Económico | 19-06-2018 | Ligia Simões

 

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