Cobranças coercivas dão mais cem milhões ao Estado no melhor semestre de sempre - Home Page Jurídica

Valor dos cheques carecas entregues ao Estado triplica em relação ao primeiro semestre do ano passado, ultrapassando 3,7 milhões de euros.

dinheiro

O Estado cobrou mais de 533,6 milhões de euros de dívidas que estavam em execução fiscal nos primeiros seis meses deste ano, ou seja, depois de findo o período de liquidação voluntária do imposto em falta. É um aumento de 22% comparando com a primeira metade de 2018, segundo dados da Direção-Geral do Orçamento. Nesse período foram cobrados 436,3 milhões de euros, ou seja, neste ano entraram nos cofres públicos quase mais cem milhões (97,4 milhões de euros).

A receita conseguida é o valor absoluto mais elevado de sempre para os cofres do Estado com cobranças coercivas durante a primeira metade do ano.

Neste montante ainda não está incluída a totalidade da receita, uma vez que apenas é considerado o subsetor Estado. Falta contabilizar a receita cobrada de forma coerciva para as autarquias (por exemplo, o imposto municipal sobre imóveis) ou para a Segurança Social. Este valor refere-se maioritariamente a dívidas ao fisco e é provisório.

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in Diário de Noticias | 16-08-2019 | Paulo Ribeiro Pinto

 

 

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