A autoridade tributária concluiu em 2019 33 investigações a operações suspeitas para offshores, sobretudo realizadas por advogados que agiam como testas-de-ferro para clientes.

advogado

O Fisco, no âmbito do controlo de transferência bancárias feitas em Portugal para paraísos fiscais, identificou operações suspeitas realizadas por advogados que atuariam como testas-de-ferro para clientes avança o Público (acesso condicionado) esta terça-feira.

De acordo com aquele jornal, os advogados em causa permitiam que as suas contas ou de sociedades de advogados fossem usadas pelos respetivos clientes para concretizar transferências para offshores, de forma camuflada, constituindo um uso abusivo.

Segundo o relatório da atividade de combate à fraude e evasão fiscais relativo a 2019, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) concluiu 33 investigações destinadas a “averiguar a proveniência de montantes transferidos para sociedades com sede em regime fiscal claramente mais favorável”, sendo que essas ações foram dirigidas “essencialmente” a advogados e sociedades de advogados que intermedeiam negócios entre residentes e não residentes em Portugal.

in ECO | 07-07-2020 |

 

 

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