Comparação é feita com igual período do ano passado, quando foram registados mínimos históricos devido às restrições de viagens motivadas pela chegada da pandemia da Covid-19 à Europa.

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A Frontex detetou 36.100 entradas ilegais nas fronteiras externas da União Europeia entre janeiro e abril deste ano, o triplo do valor registado no mesmo período de 2020, quando a imigração irregular recuou substancialmente devido à pandemia.

Em comunicado divulgado esta segunda-feira, a Agência Europeia de Guarda de Fronteiras e Costeira precisa que, em abril, o número de travessias ilegais de fronteiras atingiu as 7.800, o quádruplo do valor registado no mesmo mês do ano passado, altura em que a imigração irregular para a UE registou mínimos históricos devido às restrições de viagens motivadas pela chegada da pandemia da Covid-19 à Europa.

A rota mais utilizada nos primeiros quatro meses deste ano foi a do Mediterrâneo Central, com 11.600 travessias detetadas, mais do dobro daquelas testemunhadas no período homólogo, com a maior parte dos migrantes a serem oriundos da Tunísia e Costa do Marfim, aponta a Frontex.

Também as Ilhas Canárias registaram, entre janeiro e abril, o triplo das chegadas verificadas no mesmo período do ano passado, e neste caso a maior parte dos 4.500 migrantes que chegaram ao arquipélago espanhol eram oriundos do Mali e de Marrocos.

in Renascença | 17-05-2021 | LUSA

 

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